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4 perguntas mais frequentes sobre Chikungunya

Chikungunya

Nos últimos anos, o Brasil se tornou cenário de uma série de epidemias causadas por insetos. O vírus da Chikungunya assolou o país, e virou manchete no mundo inteiro.
Mas você sabe exatamente o risco que a doença representa?
Apesar de muito se falar dessa doença e do esforço de entidades públicas e privadas de saúde em alertar e conscientizar a população sobre como prevenir e identificar o vírus, muita gente ainda tem dúvidas a respeito.
Nesse artigo, falaremos um pouco sobre a doença e apresentaremos algumas informações importantes sobre a proliferação do mosquito, e como evitar os criadouros.

1 – Como o vírus é transmitido?

A Chikungunya tem em comum com a Dengue e o Zika o seu principal transmissor: o mosquito de nome Aedes Aegypti.
Também conhecido como mosquito da dengue, esse inseto mantém os seus criadouros em acúmulos de água parada. Não precisa ser água suja.
Um pouquinho de água em local aberto, exposta ao pouso do mosquito já poderá se tornar um berçário de mosquitos.
O Brasil é um criadouro atrativo para diversos insetos. O clima tropical e úmido estimula a criação desses mosquitos, e por isso, se tornou um excelente ninho para o Aedes Aegypti.
A maneira mais eficaz de conter essas doenças é eliminando os focos de criação.
Por isso, as prefeituras e o governo brasileiro vêm se empenhando cada vez mais em propagandas e campanhas de alerta sobre o perigo de se manter pequenas poças de água, ou recipientes com água abertos.

2 – Quais os principais sintomas?

Os principais sintomas do Chikungunya são:
• Febre alta;
• Dores intensas nas articulações;
• Dores de cabeça;
• Dores nos músculos;
• Manchas vermelhas;
Essa doença apresentará febre alta, mas que logo passa, diferente da dengue que apresenta uma febre mais difícil de conter. Os sintomas começam a aparecer entre dois e doze dias após a picada do mosquito. Depois de infectada pela primeira vez, a pessoa fica imune ao Chikungunya.

3 – Como tratar?

Ao identificar os sintomas, lembre-se antes de tudo de não tomar medicamentos sem uma prescrição médica, pois substâncias como o AAS (ácido acetil salicílico) podem provocar hemorragia no paciente.
Caso sinta os sintomas, é necessário se consultar com um médico Clínico Geral ou Infectologista, que irá passar um tratamento para aliviar os sintomas até que o vírus saia do organismo do paciente.
Ficar em repouso e consumir líquidos em abundância também são muito importantes durante o tratamento.

4 – Como prevenir?

A melhor forma de se manter seguro contra qualquer doença transmitida pelo Aedes Aegypti é contendo os focos do mosquito.
Verifique se há criadouros em sua casa ou no seu bairro, não deixe água acumulada, e dedetize com frequência.
Também é indicado o uso de protetores repelentes em partes do corpo que ficam expostas.
A incidência de Chikungunya ocorre em um número alarmante no verão, e tem uma queda considerável no inverno. Ainda assim, as autoridades alertam para que se fique atento durante todo o ano.
Caso você identifique um foco de mosquito da dengue, deve denunciar na Secretaria de Saúde de seu município.
Além disso, conte com a ajuda dos postos de saúde, que possuem profissionais capacitados para identificar os pontos de criação de Dengue, Zika e Chikungunya.

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